Como disse o poeta " cantar é mover o dom", no caso dessa mulher esse dom movia-se por todo o seu corpo, o fazendo sentir todo o amor e toda a dor. Seu dom foi tanto que não suportou o limite do ser. Se lançou para fora e para muito alto, como ela mesma disse, se despindo da carne e se transformando num ser sublimado, uma forma nebulosa feita de luz e sombra como uma estrela. Agora ela é uma estrela. Pena não entender que sempre foi.
Angelo Gustavo V. Lima
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
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Parabéns pela matéria, esta linda é bem ELIS uma grande paixão sempre..........bjs.
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